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Cerveja Belga St. Bernardus Tripel 330ml

Esta cerveja, de alta fermentação, tem uma cor âmbar clara e um gosto frutado, com um equilíbrio harmonioso entre doce, amargo e teor alcóolico de 8%. Ela possui uma espuma espessa e viva além do sabor equilibrado com um amargor delicado.

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Ficha técnica

DescriçãoCerveja de Abadia
CervejariaSt. Bernard Brouwerij
FamíliaAle
EstiloBelgian Tripel
Graduação Alcoólica8,0%

Mais informações

Cerveja Belga St. Bernardus Tripel 330ml

Esta cerveja, de alta fermentação, tem uma cor âmbar clara e um gosto frutado, com um equilíbrio harmonioso entre doce, amargo e teor alcóolico de 8%. Ela possui uma espuma espessa e viva além do sabor equilibrado com um amargor delicado.

A água base de todas as cervejas St. Bernardus é bombeada de 150m de profundidade. Essa água não somente é muito pura, mas tem também um fundo histórico.

Os cientistas provaram que a água que é bombeada até hoje, é proveniente de chuvas desde o tempo de Jeanne d'Arc. A água escoou para Watou através de um estrato permeável de areia da área de St. Omer, na França.

As cervejas St. Bernardus maturam de forma natural e, posteriormente, são engarrafadas sem filtragem. Pela adição de açúcar e de levedura, a cerveja recebe uma segunda fermentação na garrafa, carbonatando a cerveja de uma maneira natural. Isto dá a cerveja uma espuma bela e grande.

St. Bernadus: No fim do século 19 na França a Abadia de Catsberg foi forçada a se mudar para a região de Watou, no oeste da Bélgica. Chamada então de "Refúgio Nossa Senhora de São Bernardo" foi inicialmente produtora de queijos. Em 1934, foi fechado e todos retornaram à vida monástica na França.

Mais tarde Evarist Deconinck retomou a fábrica de queijo e construiu uma edificação em Watou onde produzia e vendia os queijos. Paralelamente em 1945 o monastério Sr. Sixtus (Westlvleteren) decidiu parar de vender suas cervejas. Um acordo rezava que a produção era apenas para consumo interno dos monges e para uma pequena venda na porta do monastério, com rótulo, dia e hora marcada.

Evarist Deconinck produzia protegido por uma licença de 30 anos as cervejas que antes eram feitas apenas em St. Sixtus. O contrato foi renovado em 1962, mas terminou em 1992, pois para uma cerveja ser "trapista", ela precisa ser produzida dentro de um Monastério Trapista. Desde 1992 as cervejas feitas em Watou são vendidas com a "marca" nova de St. Bernadus.